Alex Mesquita

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From Samba to Jazz to Rock 'n' Roll  

Alex Mesquita

From: Salvador, Bahia, Brasil.
Style: samba, chula, mpb, bossa nova, jazz, rock
E-mail: alexmesquita@alexmesquita.com


Alex Mesquita é, hoje, um dos maiores representantes da música instrumental da Bahia. Com 21 anos de música, o artista, que já passou pelo clássico, jazz, blues, rock, e pela rica e misteriosa música brasileira. Desenvolve seu trabalho a partir da sua musicalidade, experiências profissionais e das suas pesquisas e estudos feitos pelo mundo, dando-lhe reconhecimento no cenário baiano e nacional.



Studies:

O guitarrista, violonista, compositor e arranjador deu seus primeiros passos na música em 1981, estudando violão clássico. Logo em seguida, ingressou no curso Livre de Violão da Universidade Federal da Bahia onde, mais tarde, esteve fazendo o curso superior de música. Em paralelo, se lançou profissionalmente, tocando com diversos artistas de Salvador.

Em meados de 96 viajou para Hollywood onde morou durante treze meses e ganhou uma bolsa de estudos no Musicians Institute (MI), após graduar-se no curso Profetional Guitar, tendo a oportunidade de estudar com grandes guitarristas como Ted Greene, Scott Henderson, Joe Diorio, entre outros.

Depois de uma produtiva temporada nos EUA, Alex Mesquita volta ao Brasil, em outubro de 97, com mais informações e novas idéias. No Carnaval de 98, integrou a banda de Daniela Mercury. Em março, passou a trabalhar com o cantor e compositor Roberto Mendes atuando como instrumentista, arranjador e, eventualmente, como diretor musical, acompanhando o artista em shows e turnês e gravando seus discos "Minha história" - o qual dedicou, também, a Alex - e "Tradução".

Em 1999, Alex participou do PERCPAN, fazendo uma participação especial no show de Maria Bethânia. Foi também em 99 que ingressou na banda da cantora Margareth Menezes como músico e diretor musical (com quem tocou até janeiro de 2001). Nesse período, viajou para a Europa acompanhando a artista em duas turnês, tendo a oportunidade de dividir o palco também com Youssou N'dour e Felipe Mukenga. O ano de 99 foi um grande marco na carreira solo do artista: criou o show "Alex Mesquita" que estreou, em maio, no Projeto Qual é da Música?, no Teatro SESI, contando com a presença de Roberto Mendes e outros artistas.

Participou do Trófeu Caymmi 2000, vencendo em duas das cinco categorias que foi indicado: melhor composição (com a música "Caruru") e melhor banda. Ainda neste ano, como músico e arranjador, repete a dose no PERCPAN (Salvador e São Paulo), apresentando-se ao lado de Gilberto Gil e Nana Vasconcelos e compondo o grupo que acompanhou Ivete Sangalo, Daniela Mercury e Margareth Menezes.

E no projeto Caixa Acústica Mulheres acompanhou a inesquecível Cássia Eller que cantava ao lado de Margareth Menezes, Sandra de Sá e Daúde no Canecão (Rio de Janeiro) e na Concha Acústica (Salvador). Em 2000, também, participou da ópera Rei Brasil dirigida por Paulo Dourado.

2001 começou em grande estilo: em janeiro, apresentou-se nos projetos Música no Porto e Solaris - projeto da TV Bahia (afiliada Globo). Em março lançou o show "Som das coisas, curva do tempo", no projeto Quartas do Caymmi, com a capacidade máxima do Teatro SESI ocupada. De abril a agosto, esteve se apresentando em casa se show de Salvador onde pôde tocar suas músicas de diversas formas para obter do seu público a resposta ao formato do seu primeiro disco. No final de setembro, fez parte da programação do 3º Festival de Inverno de Lençóis. O show teve um formato inédito (violões e percussão) e esteve entre os mais aplaudidos junto com Zeca Baleiro e Zélia Duncan.

Em janeiro de 2002 Alex entra nos estúdios da WR - acompanhado do produtor musical Nestor Madrid - para gravar seu 1º álbum solo "Curva do tempo". Em março, viaja para a Itália para se apresentar em Nápoli (Itália) no Festival Napoli Bahia, levando suas músicas tipicamente brasileiras com sotaque mundial e acompanhando o maestro Aldo Brizzi. Desta viagem surge a parceria com o produtor Francesco Sardella (Itália) que o convida para mixar e masterizar suas músicas na Itália (o que aconteceu em agosto desse mesmo ano).

De abril a maio de 2002, acompanhou a cantora Gil (Banda Beijo) em shows por todo Brasil. De 25 a 27 de maio aconteceu o 9º Percpan e Alex participou ao lado do Maestro Aldo Brizzi e de convidados muito especias: Arnaldo Antunes, Terra em Transe e Gilberto Gil.

Além da amizade com o produtor Francesco Sardella, a viagem à Nápoli fez nascer também o grupo Aço do Açúcar composto por Alex, Aldo Brizzi, Graça Reis (voz), Michelle Abu e Luizinho do Gêgi (percussão). O grupo foi lançado numa temporada de oito shows no Theatro XVIII. O projeto lançou também o CD do maestro Aldo Brizzi intitulado "Brizzi do Brasil" do qual Alex participou nas faixas gravadas por Tereza Salgueiro (do grupo português Madre Deus), Gilberto Gil, Caetano Veloso, Virgínia Rodrigues e Zeca Baleiro.

Durante os shows no Pelourinho, o grupo recebeu alguns dos artistas que gravaram no disco de Aldo: Arnaldo Antunes, Margareth Menezes, Zeca Baleiro, Caetano Veloso, Virgínia Rodrigues e o percussionista baiano Bira Reis, com os quais Alex teve a honra de dividir o palco.

Em janeiro de 2003 foi a vez de fazer parte da programação do XI Festival de Música Instrumental da Bahia e de abrir uma das noites dos ensaios dos Mascarados (com Margareth Menezes).

Passando por diversas bandas e acompanhando vários artistas, Alex consolidou seu trabalho como guitarrista, violonista, compositor, arranjador e diretor musical. Com toda essa experiência, o músico desenvolve seu trabalho - Curva do Tempo, agregando e fundindo estilos, transformando-os numa música caracteristicamente sua.
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