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Julio CaldasFrom: Salvador, Bahia, Brasil.Style: MPB, samba, chula, rock, jazz, bossa nova E-mail: juliocaldas@juliocaldas.com Júlio Caldas - Pitecantropus Erectus Pitecantropus Erectus. Preexistente ao Homos Erectus, o pitecantropus nos remonta a idéia de preparação para um estágio mais avançado. Esse conceito é o que norteia o primeiro disco solo do jovem artista baiano, Júlio Caldas que reúne composições desde o início da carreira há 12 anos. Segundo Júlio Caldas, "a gravação do disco só foi possível graças ao projeto Faz Cultura, através do qual consegui o patrocínio da Romelsa". O show Pitecantropus Erectus traz em sua concepção um mix de linguagens artísticas como vídeo e música. Para isto, foi convidado o VJ Geografico. Também participam do show os músicos Cláudio Diolu (baixo e vocal), Tadeu Mascarenhas (teclados), Durval Caldas (percussão e vocal), Robert Mão de Ouro (bateria), VJ Geografic0 (VJ) e Julio Caldas (guitarra, viola caipira, guitarra baiana, voz e direção musical). Como convidado, participa Diego Orrico na Gaita e Horton Macedo no Sax e Flauta. CD Com 12 músicas, o CD Pitecantropus Erectus convoca o expectador a fruir uma mistura de sons que o artista configura como "música contemporânea progressiva, ou seja, uma mistura do rock, com o jazz e a música clássica". Multiinstrumentista, Júlio Caldas chega a interpretar oito instrumentos diferentes, entre eles Viola Caipira, Guitarra, Bandolim, Baixo, Guitarra Baiana, Violão, Guitarra Portuguesa e Guitarra Portuguesa. "No meio das faixas existem experimentos a exemplo do blues com viola caipira. Outra coisa que busco explorar e que levanto bandeira é de que todo músico brasileiro de cordas deve tocar guitarra baiana, porque é um instrumento genuinamente brasileiro e que veio antes até da guitarra elétrica", conta Júlio. Pitecantropus Erectus reune composições desde o início da experiência de Júlio Caldas como compositor, além de canções de Roque Ferreira, Adilson Cunha, Durval Caldas e Paulinho Caldas, além das participações do maestro Sérgio Souto, do saxofonista Horton Macedo, das Rezadeiras de Tanquinho de Feira e de músicos Dailha Mendes (percussão), Técio Guimarães (saxofone), Diro Oliveira (flauta), Cláudio Diolu (baixo), além dos músicas da OSBA Cláudia Sales (fagote), Solamy Oliveira (clarinete), Lucas Robato (flauta) e Diana Alexandrova (oboé). O CD se constitui como um caldeirão de informações advindas de pesquisas e experiências que o artista desejou realizar, dentre elas a música "Folia de Reis", do baiano Roque Ferreira, "Muito Além", com o quarteto de madeiras, sob regência do maestro Sérgio Souto, "A Música" de Durval Caldas e Paulinho Caldas e a romântica "Outono de Amor". Júlio Caldas Júlio Caldas nasceu em Ipiaú/BA, numa família de músicos. Começou a estudar violão como autodidata aos 11 anos e aos 15, já em Salvador, ingressou no curso secundário de música do Colégio Manoel Novais, onde ampliou seus conhecimentos teóricos e aperfeiçoou sua técnica com grandes professores como Aderbal Duarte e o maestro Sérgio Souto. Dedicou seus estudos em música às cordas sendo hoje um versátil multi-instrumentista, dominando diversos instrumentos a exemplo da guitarra slide, baixo, banjo, bandolim, cavaquinho, charango, violão, dando especial atenção à guitarra e a viola caipira. Iniciou sua carreira profissional em 1996 com Luiz Caldas, integrando a banda até 2002. Durante esse período tocou com grandes artistas da música nacional, como Pepeu Gomes, Frank Solari, Carlinhos Brown, Jair Rodrigues, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Danilo Caymmi, Maria Bethânia, Riachão e Armandinho. Internacionalmente, acompanhou Luiz Caldas em turnês pelos Estados Unidos (1996) e Portugal (2002) e participou do tour do grupo Interart pelo Equador e Peru (1999). Acompanhou D. Edith do Prato na abertura do Itaú Cultural de 2003 em São Paulo e na primeira edição do projeto na cidade do Rio de Janeiro. Em 2004 excursionou com o Projeto Pixinguinha por seis estados do nordeste brasileiro e nas comemorações do Ano Brasil na França, em Paris, tocando com Roque Ferreira, Monarco, Teresa Cristina e Grupo Semente, grandes expoentes do samba nacional. Como arranjador e diretor musical, trabalhou no CD de estréia do grupo Plano Astral (2001), onde gravou a maior parte dos instrumentos, no DVD D. Edith do Prato e Vozes de Purificação, no CD Abre Caminho de Mariene de Castro, ganhador do prêmio Brasken de Cultura e Arte de 2004, Choro Rock do Julio Caldas Quarteto de 2007, do CD Tipo Exportação do Café com Blues de 2007, e o Pitecantropus Erectus seu primeiro disco solo, também do mesmo ano lançado pelo Faz Cultura. Tocou com Sérgio Souto, Ana Paula Barreiro e Rebeca Mata na abertura do Fórum Mundial de Turismo, realizado em 2008 em Salvador, que contou com as ilustres presenças do Presidente da República, Ministros de Estado, Governador, Prefeito e outras autoridades. Além do Julio Caldas Quarteto, Júlio Caldas expressa sua musicalidade no Café com Blues - banda de Vitória da Conquista que tem sido reconhecida pela mídia nacional por sua qualidade e originalidade, ao mesmo tempo em que apresenta extensa pesquisa musical de estilos e ritmos em seus shows Viola de Arame e Choro Rock. Recentemente dirigiu e arranjou o disco Buraco de Maroca do grupo Barlavento, ex Barravento. Julio Caldas is a fan of:
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